Formatura PROERD – Pela primeira vez uma turma recebeu diploma fantasiada

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A TARDE É BEM QUENTE. CANSADA, BONECA DE LADO, MENINA DORMINDO.

Deixando a bola e a peteca,
Com que inda há pouco brincavam,
Por causa de uma boneca,
Duas meninas brigavam.

Dizia a primeira: “É minha!”
— “É minha!” a outra gritava;
E nenhuma se continha,
Nem a boneca largava.

Quem mais sofria (coitada!)
Era a boneca. Já tinha
Toda a roupa estraçalhada,
E amarrotada a carinha.

Tanto puxaram por ela,
Que a pobre rasgou-se ao meio,
Perdendo a estopa amarela
Que lhe formava o recheio.

E, ao fim de tanta fadiga,
Voltando à bola e à peteca,
Ambas, por causa da briga,
Ficaram sem a boneca . . .

Mas a história da 4ª F foi diferente da história do poema do Olavo Bilac. Desde o início do ano, aprenderam que trabalhar em grupo é a melhor saída. Vejam a construção das bonecas de jornal…

O QUE QUE TEM NA SOPA DO NENÉM?

Lembram da nossa primeira festinha em 2006 no Florinda? Teve até show do RBD cover…

Vejam como vocês eram pequenininhos… ai, que saudade dos meus nenéns!

(Clique na foto que quiser ver pra ela ficar grandona)

VEJA SÓ QUE FESTA DE ARROMBA

Desculpem a demora, mas aí está o vídeo da nossa Festa Junina interna. Parabéns, pois vocês conseguiram fazer uma fila única gigante e resolveram o problema da falta de espaço.

Participação especial do fã clube da 4ª série com os gritos.

P.S. Dessa vez teve final!

AINDA ENCONTRO A FÓRMULA DO AMOR

Uma poesia de Pedro Bandeira em homenagem ao dia dos namorados…

NAMORO DESMANCHADO
Já não tenho namorada
e nem ligo para isso.
É melhor ficar sozinho,
namorar só dá enguiço.

Eu conheço os meus colegas:
sei que vão argumentar
que pra não ser mais criança
é preciso namorar.

Mas a outra só gostava
de conversa e de passeio
e queria que eu ficasse
de mãos dadas no recreio!

E eu ali, sentado e quieto,
no recreio lá da escola,
de mãos dadas feito um bobo,
vendo a turma jogar bola!

Gosto mesmo é de brincar,
faça chuva ou faça sol.
Namorar não quero mais:
eu prefiro o futebol!

P.S. Um oferecimento da Rádio Paixão, a rádio que toca o seu coração…

ERA UM BIQUÍNI DE BOLINHA AMARELINHA

Nossa última Festa Junina no Florinda foi um arraso. Parabéns para todos que participaram. Vocês estavam lindos, animados e dançaram incrivelmente bem. Senti um orgulho imenso! Beijos à todos.

Prô Eva

P.S. Desculpe… perdi o fim da dança na filmagem, se alguém tiver me manda por favor.

DIZEM QUE A MÃE DA GENTE É UM CASO DIFERENTE

Um Feliz Dia das Mães…

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HÁ O MOMENTO DE CHEGADA E O MOMENTO DE PARTIDA. QUANTA VIDA JÁ VIVI? QUANTO RESTA A SER VIVIDA?

Hoje assistimos a autobiografia de Pedro Bandeira. Temos gostado muito do livro dele que estamos lendo em capítulos: “O Dinossauro que fazia au-au”. Percebemos que Pedro tem o mesmo bom humor das personagens de seus livros. Vocês concordam?

http://www.youtube.com/watch?v=iwGDEmZtf0I

EU PREFIRO SER ESSA METAMORFOSE AMBULANTE

O Felipe Lima, nosso futuro biólogo, montou uma incrível pesquisa desde que estudamos a metamorfose das borboletas no início do ano. Além da experiência ao vivo com as lagartas que estão na sala de aula, ele desenhou a transformação passo a passo, escreveu as explicações e ainda mandou fotos. Veja que legal:

lagarta-54

Uma borboleta já formada vem e bota os ovos em uma planta. Quando os ovinhos eclodem, eles ficam meio laranja. Quando já eclodiram, sai uma espécie de lagartinha branca.

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As lagartinhas brancas comem a casca do ovo, que tem vitaminas para elas. Então elas vão para a folha da planta e começam a comer, comer, comer e vão crescer e engordar até ficarem em formato de casulo.

casulo3

As lagartas ficam em forma de casulo e entram em dormência. Elas têm um tipo de seda no seu corpo, que usam para fazer o casulo.

borboleta2

Passaram 2 meses que as lagartas tinham feito o casulo e ficaram se transformando em borboletas. Então, elas saem do casulo, só que elas têm que esperar as asas secarem, daí elas voam e começa tudo de novo.

Continho

Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada do meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:
-Você aí, menino, para onde vai essa estrada?
-Ela não vai não: nós é que vamos nela.
-Engraçadinho duma figa! Como você se chama?
-Eu não me chamo não, os outros é que me chamam de Zé.

(Carlos Drummond de Andrade – Para Gostar de Ler, vol.1- Crônicas p.76 )

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